Os Lusíadas à Conquista do Mar Largo
Felizmente Há Luar!, de Luís de Sttau Monteiro
Mensagem de Natal!
A árvore de Natal é feita de água, homenagem singela à conservação do planeta. O palco é um enorme trenó no qual viajaremos pelo mundo, distribuindo alegria por todos os continentes, num apelo à tolerância e à amizade. Já tilintam os sininhos de prata a anunciar uma melodia especial, os projetores lançam jorros coloridos sobre a cena, e ouvem-se risos, muitos risos.
A imaginação às vezes solta-se e mostra-nos um pouco do universo mágico que está por baixo das tábuas do palco, por trás das cortinas, dentro das regies, oculto nos projetores. Quem sabe o que pode sair de dentro de um teatro? Não há limites!
Viagem?
O Portal
Sabem o que está a chegar?

O programa da Ju
Estreia "O Bairro do Panda"
10 anos
Descanso?
PS: no início do ano letivo voltamos com novidades!
Um começo de ano auspicioso

Mais um comentário maravilhoso
Comentário sobre a nossa peça "Falar Verdade a Mentir"
Aveiro a vibrar de emoção

Queremos voltar depressa a esta linda cidade e não é por causa dos maravilhosos ovos moles, mas sim para poder receber uma vez mais a vossa emoção!
OBRIGADA, AVEIRO!
A oferta de Sophia
Manifestemos também a nossa generosidade em relação a Sophia de Mello Breyner, invocando o seu poder criativo através do nosso espectáculo "No Jardim do Rapaz de Bronze":
No Jardim do Rapaz de Bronze nasce um dia um Gladíolo que gosta de festas. Indignado por não ser colhido pela Dona da casa para a festa das pessoas, o Gladíolo decide organizar a sua própria festa. Para isso, terá de pedir autorização ao Rapaz de Bronze, o rei do jardim.
Irá o Rapaz de Bronze conceder ao Gladíolo o privilégio de organizar uma festa? Quem irá fazer parte da Comissão Organizadora? E o que colocar nas jarras, se as flores estarão todas a dançar?
"A noite é o dia das coisas"... A humanidade desperta sob o luar na pele de pedra das estátuas, que falam com rectidão; na casca antiga das árvores sábias, que observam o vaivém das pessoas e a sua ansiosa inconstância; nas pétalas coloridas das flores que envolvem todo o jardim com a sua vontade de ser como os homens. Algumas são sentimentais, outras são selvagens. Umas são sonhadoras, outras, maçadoras. O Cravo, a Begónia, a Orquídea e a Rosa ganham vida num local em que as borboletas e os pássaros são tão humanos como o Jardineiro e a dona de casa.
actus no Porto
O actor e o medo

O trabalho do actor constituía para mim um mistério. Enquanto espectadora, sempre me maravilhei com a capacidade de transformação da pessoa em personagem (persona – máscara). Quem conhece pessoalmente alguém com a capacidade de se transfigurar num palco, ao ponto de não reconhecermos a pessoa, saberá a que me refiro. A colocação da máscara é invisível e imediata. No palco não está a pessoa que conhecemos, mas um outro. E isso é fantástico, mas ao mesmo tempo aterrador.
No entanto, desde que trabalho em produção teatral, à medida que vou percebendo os mecanismos por trás dessa magia, os exercícios, os ensaios, o estudo, percebo o que há de complexo e de intenso no trabalho do actor. Não é magia, é muito trabalho e algum talento.
E a emoção, matéria-prima desse trabalho, a verdadeira emoção matriz deste processo, é o medo.
Vejamos algumas declarações de actores, que tenho vindo a recolher:
“No palco sinto-me seguro, embora pareça estar exposto.” – a sensação de segurança versus o medo de exposição.
“Venci a minha timidez no dia-a-dia.” – o medo nos relacionamentos vai sendo atenuado à medida que o actor se expõe em cena.
“Ser outro, ser uma personagem.” – o medo de si é suplantado na medida que se transforma no “outro”. Aí, encontra-se seguro.
“Gosto da adrenalina antes de entrar em cena.” – o medo de falhar, de estar exposto, provoca esta adrenalina, que impulsiona o actor a vencer o próprio medo.
Note-se que o medo não é propriamente algo negativo. É a emoção mais primitiva que carregamos nos genes, desde o período obscuro da vida entre os perigos naturais, dos animais selvagens, das cavernas escuras e frias, do universo totalmente desconhecido. É a emoção que nos permitiu sobreviver. É a emoção que nos fez vencer os perigos, que nos fez criar a luz e as ferramentas de defesa. É emoção que conduz um ser humano a um palco, e o leva a fugir ou o impulsiona a vencer essa mesma emoção.
O medo que sinto de pisar um palco é o mesmo medo que faz com que o actor se entregue à personagem que ali irá nascer.
por Susana Sousa
Produtora do actus
Recomeçar...

Do palco, olhamos para a plateia. Vazia. É assim que vai estar durante o próximo mês, enquanto ensaiamos as peças.
No silêncio deste espaço, vão começar a surgir as primeiras palavras, acompanhadas pelos gestos, movimentos e intenções que irão dar vida às personagens. Ainda sem roupa, sem luzes, sem música, sem cenários. Num vazio que pode ser tudo. Um quarto de hotel. Um jardim de flores. O oceano. A margem de um rio. Uma casa em chamas.
Antes que os espectadores cheguem, teremos de preencher cada espaço deste vazio. Para que tudo esteja perfeito em cada representação.
Preparem-se, actores. O ensaio vai começar!
Férias!!!
actus na RTP2
http://ww1.rtp.pt/wportal/sites/tv/falaescreveacertaganha/
RTP - FALAESCREVEACERTAGANHA

É um jogo a pensar nas meninas e nos meninos do 5º e do 6º ano e na terceira geração de luso-descendentes. Todos os dias, duas equipas de concorrentes vão responder a perguntas sobre gramática e ortografia, vão escrever textos, soletrar palavras, corrigir erros, ler e interpretar. A brincar também se aprende.
Fiquem atentos... O actus também vai participar!
Novo espectáculo: No Jardim do Rapaz de Bronze
Irá o Rapaz de Bronze conceder ao Gladíolo o privilégio de organizar uma festa? Quem irá fazer parte da Comissão Organizadora? E o que colocar nas jarras, se as flores estarão todas a dançar?
Esta nova peça do actus vai levar-nos a um lugar de sonho, um lugar mágico concebido por uma das maiores autoras portuguesas: o lugar de Sophia, o seu jardim de palavras e de aromas, de risos e de estrelas, onde a alegria do ser humano se vem impor à futilidade e às aparências.
"A noite é o dia das coisas"... A humanidade desperta sob o luar na pele de pedra das estátuas, que falam com rectidão; na casca antiga das árvores sábias, que observam o vaivém das pessoas e a sua ansiosa inconstância; nas pétalas coloridas das flores que envolvem todo o jardim com a sua vontade de ser como os homens. Algumas são sentimentais, outras são selvagens. Umas são sonhadoras, outras, maçadoras. O Cravo, a Begónia, a Orquídea e a Rosa ganham vida num local em que as borboletas e os pássaros são tão humanos como o Jardineiro e a dona de casa.
E, no centro de tudo, a criança que há em cada um de nós será tocada pela magia do lugar. Tal como Florinda...
Sinopse da peça "Os Lusíadas à Conquista do Mar Largo"

Agora, seis actores preparam-se para pôr em cena "Os Lusíadas" - tarefa épica. Reis, marinheiros, deuses, catuais, bruxos, ninfas, guerreiros, estão prestes a ganhar vida no Teatro.
O palco é uma nau e um oceano, é terra de África e rio da Índia. Mas a plateia também pode ser tudo isso. É tempo de pôr a máscara e embarcar nesta aventura, porque afinal os Lusíadas somos todos nós.
Sinopse da peça "Auto da Barca do Inferno"

Acreditamos que ainda hoje aqueles dois juízes, aqueles “pescadores de almas”, Anjo e Diabo, estarão à nossa espera para nos apontar defeitos e virtudes, erros e boas acções.
Nesta encenação, procurámos realçar a diferença entre os papéis activo e passivo do Diabo e do Anjo, conferindo ao primeiro a imagem de um andrógino mestre de cerimónias, pronto a receber na sua Barca uma variedade de convidados, e ao segundo a quietude de um ser que espera poucos visitantes, imperturbável como uma borboleta num casulo.
Notas de encenação "Auto da Barca do Inferno"

No centro, um pano prateado sugere o rio da morte, e nele se reflectem as luzes de cada barca, na sua eterna luta pela posse das almas.
Neste auto de moralidade do século XVI, a linguagem é possuidora de uma riqueza que a distância temporal poderá tornar incompreensível.
Assim, a decisão de manter o texto em galaico-português integral, sem qualquer tipo de adequação à linguagem quotidiana do século XXI, foi contrabalançada pela opção de dotar as personagens com figurinos da actualidade.
Ao apresentar as personagens com trajes actuais, tentaremos elidir um pouco dessa distância provocada pelo linguajar vicentino, de modo a facilitar a identificação com o espectador.
Os adereços de cada personagem farão parte de jogos cénicos que possibilitarão ao espectador uma melhor compreensão do sentido do texto. O exagero nas dimensões de alguns adereços, a deturpação da função que lhes é atribuída, tudo servirá para elucidar as intenções do autor e sublinhar as suas críticas sociais.
A caracterização das personagens de acordo com estes pressupostos é o que está na base desta encenação.
O Diabo surge da plateia munido de um megafone, a tentar angariar passageiros para a sua barca. O seu discurso é sedutor, simpático, enérgico – um discurso publicitário. Traja como um mestre de cerimónias, com abas de grilo (o Parvo chama-lhe “Cigarra Velha”). A sua barca está em festa, pois espera receber muitos “convidados”.
Da cintura deste Diabo marinheiro pende uma rede de pesca, pois podemos considerá-lo como um pescador de almas. Usa um espartilho, pois trata-se de uma figura andrógina (o Fidalgo confunde-o com uma mulher), e traz uma lima de carpinteiro no bolso do casaco, que tanto pode utilizar para limar as unhas como para enveredar num combate de esgrima. Apoia-se numa bengala que lhe serve de remo e de martelo (também é juiz).
À medida que recebe as personagens, e consoante as reacções e os comportamentos de cada uma, o Diabo transfigura-se: é irónico, alegre, cerimonioso, simpático, agresssivo...
Por oposição ao Diabo, o Anjo apresenta-se imutável, numa quietude em que se confunde com a sua própria barca. Imperturbável, distante, frio, não olha para as personagens que o interpelam e por vezes vira-lhes as costas.
A sua função de juiz faz com que apenas seja caloroso com as personagens merecedoras do Paraíso: o Parvo e os Cavaleiros.
Tal como o Diabo, utiliza uma rede de pesca, instrumento que lhe permite “pescar as almas”.
O Fidalgo apresenta-se vestido de fraque, com cartola na cabeça, condecorações ao peito e bengala na mão. Vem acompanhado de um criado que obedece às suas autoritárias bengaladas. A sua vaidade e altivez, sublinhadas pela submissão do criado, exasperam o Diabo, que afirma já ter recebido na sua barca o pai do Fidalgo.
O Onzeneiro, que vivia dos elevados juros cobrados pelo dinheiro que emprestava, traz um bolsão vazio e as chaves das arcas recheadas de dinheiro cosidas à própria roupa, para não perdê-las. O próprio tilintar das chaves soa-lhe a dinheiro, fazendo-o sentir-se bem acompanhado.
O Parvo traz uma camisola de mangas exageradamente compridas e uns calções demasiado largos, símbolos de uma vida em que nada teve de seu e em que tudo lhe foi dado pela caridade alheia. A única coisa que possuiu foi a sua própria morte, e vem surpreendido e contente com essa aquisição.
As mangas da camisola também se assemelham a uma camisa de forças, de modo a caracterizar a sua demência.
O Judeu apresenta-se encolhido sob o peso de um bode. Da sua cabeça pendem os caracóis próprios dos judeus. Entra em cena a lamentar-se, como se no palco estivesse defronte ao Muro das Lamentações. Traz notas de tamanho exagerado, símbolo do poderio económico dos judeus, e com elas tenta comprar a sua passagem. Nem o Diabo o quer deixar entrar na barca com o bode. Acaba por lançar-lhe a rede e obrigá-lo a ir a reboque.
O Sapateiro vem vestido com a sua roupa de trabalho, e carregado com o peso de muitas formas de sapatos. O Diabo acusa-o de roubar o povo com o seu trabalho e para sublinhar essa ideia rouba-lhe as formas dos sapatos.
O Frade entra a dançar com uma dama que seduziu. Por baixo das vestes clericais, apresenta-se como um soldado. É um Frade mais mundano do que religioso. A sua dama traz um vestido garrido, mas um véu de beata cobre-lhe a cabeça. No início, a cena decorre com alegria, dança, jovialidade, mas o tom muda quando o Frade decide dar ao diabo uma lição de esgrima.
O Corregedor, identificado pela cabeleira de juiz e pelo martelo, enche a cena com a sua figura imponente. Por baixo da capa traz os feitos que o fizeram enriquecer, e exibe-os com orgulho. Acompanha-o o Procurador, que carrega um enorme livro das leis. Este livro simboliza o seu conhecimento distorcido da legislação, que lhe serviu de pedestal para a sua autoridade.
Brízida Vaz aparece no auge da sua decadência, um misto de velha corista e artista de music-hall.
O Enforcado, com vestes de marinheiro, traz ao pescoço uma corda. À medida que conta ao Diabo como foi convencido a enforcar-se, o Diabo enrola a corda, que é tão grande como a história que o Enforcado lhe conta.
Os Cavaleiros surgem com as vestes de Cruzados. São as únicas personagens que não sofreram qualquer tipo de actualização, pois pretende-se criar distanciamento face à glorificação da guerra santa.
A peça de Gil Vicente termina com a entrada dos Cavaleiros e do Parvo na barca do Paraíso, mas nesta encenação pretendeu-se criar um final circular: a peça termina como começou, com o Diabo a agarrar no megafone a fazer publicidade à sua barca e o Anjo a regressar à sua quietude.
Haverá sempre um Anjo e um Diabo à nossa espera para nos julgarem – uma boa maneira para acabar um auto de moralidade.
Sinopse da peça "Falar Verdade a Mentir"

Brás Ferreira, pai de Amália, preparado para apanhar Duarte numa das suas muitas mentiras e cancelar o casamento, é o espectador por excelência da peça encenada e corporizada por José Félix. Quanto a Duarte, acaba por ficar convencido de que não diz senão verdades.
Os exageros românticos, o fluir constante das mentiras de Duarte e a comicidade das personagens interpretadas por José Félix, adquirem vida numa encenação que se inspirou na vivacidade da valsa, a dança romântica cujo ritmo acompanha o compasso do nosso espanto perante esta delirante comédia de enganos.
Notas de encenação "Falar Verdade a Mentir"
Esta encenação tem por base a música e está estruturada como uma opereta. A peça começa com uma Abertura (“O Morcego”, de Strauss) e vários trechos musicais marcam o compasso da entrada das personagens em cena. Toda a movimentação de cena obedece a uma coreografia, por vezes de forma não orgânica, mas rebuscada, exagerada, artificial. As personagens são obrigadas a respeitar as frases musicais, tendo que agir de acordo com os vários ritmos. E, de todos esses ritmos, o que predomina é o da valsa, ou não fosse o nosso protagonista um mentiroso compulsivo, cujas mentiras saem em tiradas de velocidade estonteante, a rivalizar com o compasso de Strauss.
Sinopse da peça "Frei Luís de Sousa"

Ao contrário do mito do Encoberto, que prometia o esplendor e a salvação com o retorno do rei, temos consciência de que o regresso de D. João de Portugal transformará o amor em crime, a pureza em vergonha, a dignidade em desonra.
O vermelho – cor do sangue, do fogo e das paixões – invade o cenário desta peça, tornando visíveis os receios de um desfecho trágico, ao qual não é possível escapar.
Notas de encenação "Frei Luís de Sousa"

No início do espectáculo tentaremos recuar ao século XVII através da música. “Postos estão frente a frente os dous valerosos campos” é um romance que se cantava nos princípios de seiscentos sobre a Batalha de Alcácer-Quibir. É utilizada a versão em castelhano, pois na altura em que decorre a peça Portugal encontra-se sob o jugo Filipino.
As personagens entram lentamente, como se fossem convocadas pela música. Chegou o momento de confrontarem os seus piores medos e fantasmas. A cena está vestida de vermelho escuro, numa sugestão de sangue (Maria cospe sangue e está a passar da infância para a idade adulta; o sangue derramado na Batalha de Alcácer-Quibir), de fogo (Manuel de Sousa incendeia a própria casa para impedir que os espanhóis a tomem) e de paixões (desejo, vingança, patriotismo).
É neste cenário de sangue e fogo que as personagens irão ajustar contas com o passado, com os seus medos que agora se tornam presentes. E aqui não há fuga possível, pois o cenário está vazio, sem nada onde se possam esconder.
Nesta encenação pretendeu-se que os actores se sentissem irremediavelmente vulneráveis e expostos, de modo a acentuar o desconforto das personagens.
Por vezes, a ausência de objectos é levada ao limite pois, quando existem, estão vestidos de vermelho (mesas, cadeiras) de modo a confundir-se com o fundo da cena.
A iluminação por vezes funciona como elemento de ocultação, fazendo com que os actores fiquem reduzidos a meras silhuetas, à semelhança de fantasmas saídos de um momento triste e pouco glorioso da História de Portugal. A utilização das velas no proscénio também tem o intuito de nos fazer recuar no tempo, até à época em que as representações teatrais eram efectuadas à luz das velas.
Estes elementos conferem à peça uma penumbra fantástica e misteriosa, propícia ao clima denso da tragédia.
Neste universo quase espectral, a chegada do Romeiro, que todos julgavam morto, começa a desencadear consequências trágicas, levando a um despojamento por parte das personagens D. Madalena de Vilhena e Manuel de Sousa (ambos abandonam os bens materiais), e culminando com a morte de Maria.
No final, a cena reflecte esse despojamento, encontrando-se completamente despida.
Os actores agradecem ao som de cânticos gregorianos, iluminados unicamente pela luz das velas, mas de repente essa música antiga transforma-se em música moderna, as luzes acendem-se, e o espectador termina assim a sua viagem pelo tempo.
Descentralização cultural


actus iniciou a sua actividade na última semana de Novembro de 2003, e desde então já se deslocou a Albufeira, Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Estremoz, Faro, Figueira da Foz, Guarda, Leiria, Manteigas, Oliveira do Douro, Paredes, Pombal, Porto, Santarém, Vila Nova de Gaia, Vila Real de Santo António e Viseu.
Actus e as escolas
actus tem para oferecer às escolas de todo o país um conjunto de espectáculos com ligação articulada aos programas escolares.
Acreditando que a educação dos jovens para a arte em geral, e para o teatro em particular, se forja no núcleo escolar, tentaremos, através da presença regular nas escolas, incrementar o gosto dos jovens pelas actividades artísticas.
Muitas vezes, o primeiro contacto de um jovem com o teatro é promovido pela escola. Desse primeiro contacto nascerá uma natural reacção, positiva ou negativa. As propostas cénicas deverão suscitar alguma curiosidade para uma procura de novas leituras, que permitam aos jovens desenvolver o espírito crítico, a capacidade de análise e a sensibilidade artística.
Neste sentido, procuramos desenvolver produções teatrais que vão mais além de uma mera ilustração dos textos leccionados, motivando os jovens para que a vontade de assistir a futuras representações parta deles próprios.
Apresentação
actus nasceu em 2003, pela mão de profissionais com vasta experiência em teatro didáctico.
Aliando tradição e modernidade, actus propõe uma concepção inovadora das peças didácticas ancorada no texto original, especialmente pensada para formar um público jovem.
Num só acto, actus oferece o palco para um espectáculo repleto de vida, movimento, imaginação, e para uma aprendizagem lúdica do texto de Grandes Autores Portugueses.